14 de mai de 2012

O GAP - Niteroi está participando da pesquisa da Fisioterapeuta Loren Pereira, sobre

"EFEITOS DA ACUPUNTURA NO TAMANHO DO PASSO E NA VELOCIDADE DA MARCHA DE PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON

 
O primeiro a participar foi o Itamar, seguido do Edmundo, a Maria Lucia, o Carlos Nei (da APC) depois o Alexandre, o Sergio, a Euzi, Monica, Ana Maria, Gustavo, Regina e Nylton...



Teve gente que não apareceu nas fotos... na próxima não me escapam...


Antes de começar a medir o passo a Loren faz algumas perguntas, sobre doenças, remédios etc...


Nas fotos vocês poderão ver , estão um pouco misturadas,,, na proxima sessão organizarei melhor as fotos para tirar...


O pessoal ficou tranquilo, nada de medo de agulhas... teve gente que at´´e cochilou...
ca pra nós dormir é meio dificil né?

Bom a dica é a seguinte:

- anotem tudo que sentirem de diferente, de bom e de ruim tb, nao que tudo vá ter relação ,mas pode ser util na pesquisa...

- Ah! desejo que vocês passem muito bem essa semana...


 
Acompanhe

Primeiro é medir o passo: o direito e depois o esquerdo, 3 vezes de cada lado.

Segundo: cronometrar velocidade da marcha: numa distancia marcada, também 3 amostras.

Terceiro sentados a pesquisadora coloca então as agulhas de acupuntura nos pontos especificos para o que ela pretende.

Quarto: novamente medir o passo, direito e esquerdo, 3 vezes cada e cronometrar a velocidade da marcha tb mais 3 vezes

E é só... por hoje... sabado que vem tem mais...

9 de mai de 2012

INTEGRAR PARA SUPERAR


O II Encontro Nacional de Lazer de Parkinsonianos em Salvador-Bahia, foi um evento marcado por momentos de alegria e muito bom humor integrando   Associações de Parkinson e Grupos de Ajuda de vários estados. Foram atividades que nos fizeram esquecer  nossas dores, desânimos e tristezas.


A Doença de Parkinson dói no corpo e na alma nos fazendo dependentes porém conscientes, permitindo algumas escolhas. Podemos  encontrar alternativas que possibilitem reformular a vida, buscar novas formas de viver, de se relacionar abrindo caminhos de superação. Gostar de si mesmo, se familiarizar com os fatos, sabendo do que está ocorrendo, é um movimento em direção às soluções. Para superar  o sofrimento emocional e encontrar o desejo de viver, precisamos partilhar com outras pessoas que passam pela mesma dor. Dentro de cada pessoa existe uma força que pode não curar, mas pode deter o avanço da doença. Não somos os únicos a passar pela dor. Juntos, encontramos meios disponíveis para abrandar os sintomas. Partilhando com o outro, percebemos que não somos vítimas:  Porque comigo? Por que eu tenho Parkinson? São perguntas que nos colocam como vítimas: “ se isto me aconteceu não tenho nada a fazer, tem que ser assim mesmo.” E toda uma vida fica estagnada.

Aceitar é conhecer, é admitir que  tenho Parkinson, mas o Parkinson não me tem.  “So´ superamos o que podemos aceitar.”

Para que eu tenho Parkinson? Para que as pesquisas continuem, a ciência encontre soluções e, quem sabe, para receber os benefícios dessas pesquisas. Com os nossos ais, nossas dores e movimentos, abrimos possibilidades.

Se eu não tivesse Parkinson , não teria participado do Encontro de Lazer em Salvador e conhecido tanta gente boa. Então, “nem todo mal é mau...”

Ana Flor, Genário, Jane e as colaboradoras Katia e Zezé, minha cuidadora  nesse evento a Fátima e a todos que participaram desse encontro com entusiasmo, alegria e  prazer,  o meu abraço agradecido e emocionado.

 Vocês me fizeram sentir uma pessoa de sorte...

                           Monica de Oliveira Souto